Chego da cama, dos beijos.
Eu chego pra você, sempre. Chego chegando, pé na porta, só pra dizer que eu te quero, que eu choro e que eu sinto como se fossem varias agulhas entrando ao mesmo tempo no pé.
Dá até vontade de dizer que te quero, e que sei que você me quer.
Pensa que não vejo quando beija a minha cabeça?
Burro você.
Esperto demais. Me tem, me marca, cravou em mim e não sai.
Te digo que não te quero mais. Não quero e pronto.
Você fica serio, ou ri, oscila. Concordar nunca.
Concordar com maluco pra quê?
Doida. Doida de pedra.
Ficar sem você? Sem tudo? Tá.
Me da um cigarro, uma cerveja, me da um pouco de juízo e vai embora.
Some. Some comigo. Some da minha vida. Some na minha vida, como 1 e 1 somos nós.
5 de julho
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